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Gestores da PBGÁS participam de seminário de Controle Interno

20 fev 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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Gestores da PBGÁS participam até sexta-feira (22), da Semana Estadual de Controle Interno  que está sendo promovida pelo governo do Estado, através da Controladoria Geral do Estado (CGE) em parceria com a Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba (ESPEP).

Destinada aos servidores públicos estaduais e municipais no  auditório do Sebrae/PB, a II segunda edição do evento dispõe de uma vasta programação até o dia 22 de fevereiro, incluindo palestras e workshops sobre planejamento de contratação, licitação, sistemas de convênios federais.

Para a assessora da presidência da PBGÁS, Erika Del Pino, as palestras são importantes para nivelar os gestores do governo do Estado nas atividades que envolvem controle interno, a Lei da Transparência e as responsabilidades dos gestores e servidores públicos.  Outros gestores das áreas da companhia nas áreas de Licitação, Jurídico, Comunicação, Engenharia, Operações e Manutenções e Segurança e Saúde participam das atividades de capacitação e aprimoramento.

 

 

Governador inaugura gasoduto e liga 2ª maior termoelétrica do NE ao gás natural

18 fev 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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O governador João Azevêdo participou, na manhã desta segunda-feira (18), do ato de ligação da termoelétrica Epasa ao gasoduto da PBGás. Na ocasião, também foi entregue 1,5 km da rede de gasoduto no Distrito Industrial de João Pessoa, que poderá atender ao aterro sanitário e a outras indústrias que venham a se instalar no entorno da área.

Após a ligação simbólica do gás natural na Estação de Regulação e Pressão, o governador, acompanhado da vice-governadora Lígia Feliciano, dos diretores da PBGás, da Epasa e de secretários de estado conheceram as instalações e a central de monitoramento da 2ª maior usina a óleo combustível do Nordeste, que passa a utilizar o gás natural em suas caldeiras.

João Azevêdo destacou que a ligação das caldeiras para geração de vapor é um primeiro passo para que, no futuro, com a substituição dos motores a óleo, a usina possa funcionar toda no gás natural e servir até para a geração de energia. “Sabemos que as termoelétricas são importantes como energia complementar a hidroelétrica, solar e eólica e necessitamos que ela continue funcionando e que possa, com o gás natural, melhorar o seu processo produtivo, reduzir a emissão de poluentes e fortalecer a matriz energética do Estado”, observou.

O governador acrescentou que nos últimos oito anos a Paraíba buscou equacionar a distribuição de energia com a execução da linha de transmissão em 500 kW que liga Milagres, Cajazeiras, Santa Luzia e a linha de Campina Grande e João Pessoa, que permitirá a Paraíba ser um grande pólo de distribuição. “Temos concedido incentivos fiscais e locacionais que geram a atração de novas indústrias, inclusive um conjunto de parques de energia eólica e placas fotovoltaicas instalados na Paraíba. Esse é o caminho para fortalecer a nossa matriz energética”, ressaltou.

De acordo com a diretora-presidente da PBGás, Tatiana Domiciano, o investimento da companhia na construção do gasoduto e na ligação da termoelétrica foi de mais de R$ 1 milhão e o novo gasoduto poderá atender outras indústrias que venham a se instalar no entorno da área do Distrito Industrial. “Estamos garantindo que a 2ª maior termoelétrica do Nordeste a óleo possa operar suas caldeiras ao gás natural e em um futuro próximo incorporar também os seus motores, o que irá gerar um volume considerável de gás, que é um combustível que emite menos poluentes”, explicou.

O presidente de Epasa, José Ferreira Abdal Neto, afirmou que a ligação do gás natural é um momento importante para a termoelétrica, já que com a conversão dos motores e caldeiras ao gás a emissão de gases poluentes sofrerá uma redução de cerca de 80%. “Nesta primeira etapa, o uso do gás natural na geração de vapor das caldeiras já traz vantagens como a redução dos caminhões para o abastecimento do óleo, propiciando um ambiente mais limpo e seguro”, explicou.

José Ferreira Abdal adiantou que o próximo passo será a conversão dos motores ao gás natural. “Já iniciamos um projeto de pesquisa para a conversão de um dos motores e esperamos no segundo semestre do ano fazermos a ligação e sermos um dos grandes clientes da PBGás. No processo produtivo esperamos uma redução entre 17% e 20% do custo em relação ao óleo diesel. Isso é algo muito relevante”, completou.

Epasa – As Centrais Elétricas da Paraíba S.A. – Epasa foi constituída para construir e explorar as usinas Termoparaíba e Termonordeste, vencedoras de leilão Aneel em 2007. A usina iniciou suas operações em dezembro de 2010. Considerando a potência instalada, as duas usinas, juntas, constituem a 2ª maior planta termoelétrica a óleo combustível no Nordeste, respectivamente.

As termoelétricas geram energia que é distribuída pela rede elétrica para vários estados do país e, em caso colapso na rede elétrica, a termoelétrica tem capacidade de suprir a demanda de energia em mais de 40% do estado da Paraíba.

A Epasa gera 450 empregos, sendo 156 empregos diretos de alta qualificação (engenheiros e técnicos) e cerca de 300 indiretos nas áreas de apoio, alimentação e transporte. A empresa também recebe incentivos fiscais do Governo do Estado, por meio da Receita do Estado e locacionais pela Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep).

PBGÁS liberou RS 612 mil para motoristas que instalaram kits GNV

13 fev 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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A PBGÁS registrou um crescimento em 2018 nos investimentos do Programa de Incentivo ao GNV, que bonifica os motoristas que instalar o kit Gás Natural Veicular (GNV) nas convertedoras credenciadas de João Pessoa e Campina Grande Segundo dados da companhia, enquanto em 2017 o programa de Programa investiu R$ 160 mil, beneficiando 269 motoristas, em 2018, foram investidos R$ 451 mil para 620 novos clientes.

No mês de junho do ano passado, a PBGÁS ampliou para R$ 1 mil o bônus para motoristas que instalassem o kit de Gás Natural Veicular (GNV) de 5ª geração com cilindro novo em uma das convertedoras credenciadas de João Pessoa e Campina Grande. Já para os kits de 5ª geração com cilindros requalificados, o incentivo é de R$ 800,00.

De acordo com a diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, “o  programa de incentivo é essencial para estimular as conversões,  tendo em vista que a economia no abastecimento pode compensar o custo na conversão do carro para o gás em poucos meses,  viabilizando o investimento pelo motorista, com o bônus da PBGÁS”, avaliou Tatiana.

O gerente de mercado industrial e automotivo da PBGÁS, Alairson Gonçalves Filho, disse o investimento do bônus significa um motivo a mais para o motorista optar pelo GNV e um estímulo para a movimentação de toda a cadeira do gás como as oficinas de instalação e os 38 postos GNV na Paraíba. “A PBGÁS acredita que esse incentivo vai continuar estimulando novas conversões para os motoristas, que poderão economizar cerca de 25% em relação a gasolina e o etanol. O GNV é mais econômico do que os demais combustíveis líquidos e historicamente sempre foi desde o início do fornecimento do Estado da Paraíba a cerca de 20 anos e acreditamos que a tendência é que o nível de competitividade melhore mais”, explicou.

Para receber o benefício, basta o motorista realizar a conversão e regularização  de seu veículo no período de vigência do Programa de Incentivo ao GNV, em convertedoras credenciadas pela PBGÁS em João Pessoa (New Gás, Extra Gás e GNV Prime) e Campina Grande (Maecio Serviços). De acordo com as regras do programa, depois, é só comparecer na PBGÁS com a documentação que comprove a conversão do veículo e receber um cheque nominal no valor de R$ 800,00 ou R$ 1 mil.

Mais detalhes sobre o Programa de Incentivo ao GNV podem ser consultados no endereço eletrônico www.pbgas.com.br ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo 0800 281 0197 ou 117.

Regulamento da campanha

http://www.pbgas.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Regulamento_do_Programa_GNV.pdf

PBGÁS empossa nova comissão de prevenção a acidentes de trabalho

8 fev 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

 

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Os novos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), eleitos para o mandato 2019/2020, tomaram posse na manhã desta quinta-feira (7). O novo presidente da CIPA será o Técnico de Processos Operacionais, Daniel Gomide e o vice-presidente, o engenheiro Ranieri Queiroz Vilar, ambos da Gerência de Operações e Manutenção (GOM).

A posse da nova comissão contou com a presença do diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS, Giovane Rosa, do Gerente de Recursos Humanos, Dennison Melo e colaboradores da companhia. O diretor Giovane Rosa agradeceu em nome da diretoria executiva o envolvimento dos membros da CIPA na gestão passada e destacou que a companhia será sempre uma grande aliada da comissão, apoiando as ações de prevenção de acidentes e, principalmente, a segurança dos colaboradores da companhia.

Os demais membros são Breno Honorato, Saulo Henrique, Isabela Assis, Luana Angélica de Paula, Jardel Gomes, Felipe Furtado e Helyel Nunes, que será o representante da companhia em Campina Grande. O período da gestão da CIPA será de 1 ano.

O novo presidente da CIPA, Daniel Gomide, destacou o empenho de todos os componentes da gestão anterior e enfatizou que os novos membros iniciam a gestão muito motivados e sabendo do tamanho do desafio de cuidar da segurança e da saúde dos colaboradores PBGÁS. Daniel Gomide lembrou, ainda, o papel da diretoria e da equipe da Gerência de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, que sempre apoiaram a realização do trabalho de forma plena pela CIPA. “Nossa missão será o que preconiza a NR-05 – ter como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador”, completou Gomide.

Prorrogado até abril prazo de entrega de propostas para chamada pública de gás no NE

31 jan 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

A chamada pública para aquisição de Gás Natural envolvendo as distribuidoras do Nordeste teve, mais uma vez, o seu prazo de entrega das propostas prorrogado para o dia 12 de abril deste ano.  A chamada pública se encerrava nesta quinta-feira (31).

A prorrogação visa conciliar as mudanças em curso no setor de gás, com a possibilidade ampliação da participação de novos supridores, além de estender o prazo para elaboração das propostas comerciais pelos possíveis ofertantes.

No Nordeste, a iniciativa reúne as distribuidoras Algás (AL), Bahiagás (BA), Cegás (CE), PBGás (PB), Copergás (PE), Potigás (RN) e Sergás (SE), somando um volume potencial de aquisição de 9,4 milhões de m³/dia de gás. Qualquer produtor, importador, ou agente comercializador pode participar da chamada pública para venda de gás canalizado.

A modalidade de contratação de gás proveniente de novos supridores tem sido alternativa adotada pelas distribuidoras diante do reposicionamento estratégico da Petrobras, visando fontes alternativas de suprimentos, ampliando a concorrência e consecutivamente ofertar um gás mais acessível a sociedade.

Esclarecimentos adicionais poderão ser obtidos na lista de “PERGUNTAS MAIS FREQUENTES OU FAQ” ou através do e-mail: suprimento@pbgas.com.br

PBGÁS publica resultado da audiência pública nº001/2019

Na manhã desta segunda-feira (28 de janeiro de 2019), no auditório do Espaço Cultural, foi realizada Audiência Pública nº 001/2019, sobre a proposta de reajuste das tarifas de gás canalizado no Estado da Paraíba, cujos avisos foram publicados no Diário Oficial do Estado e no Jornal A União nos dias 11, 16 e 23 de janeiro, no Diário Oficial da Paraíba.

Durante a Audiência Pública com a presença de representantes da PBGÁS, da Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB), do Procon Paraíba, do segmento industrial e de representantes de taxistas e motoristas de aplicativos, foram apresentados os fundamentos da proposta de reajuste das tarifas do gás natural, a partir de fevereiro de 2019, com objetivo dar transparência e publicidade às ações da companhia.

O índice médio de reajuste do gás natural apresentado pela companhia foi de 1,63%, sendo de 1,47% para o segmento da indústria, 12,31% para o comercial, 13,11% para o residencial, 1,75% para geração distribuída, 1,68% para EBVA (Energéticos de Baixo Valor Agregado). Não haverá reajuste para o GNV com a finalidade de garantir a manutenção da competitividade do combustível. Esses serão os únicos reajustes no ano para os segmentos residencial e comercial.

As novas tarifas serão adotadas após a aprovação da ARPB e devem valer a partir de fevereiro. A PBGÁS se colocou à disposição da sociedade através de seus segmentos de mercado, para estudar formas de incentivar o aumento de consumo considerando as diversas vantagens do uso de Gás Natural, assim como dar continuidade a seu plano de investimentos para disponibilizar os benefícios por todo o estado da Paraíba.

Tanto a Ata com os resultados da reunião, quanto a apresentação dos fundamentos da medida, estão à disposição de qualquer interessado nos links abaixo:

 

AP 001-2019 – Ata (28.01.2019)

AP 001-2019 – Apresentação (28.01.2019)

 

PBGÁS apresenta proposta de reajuste do gás natural e preserva competitividade dos segmentos

28 jan 2019   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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Durante audiência pública na manhã desta segunda-feira (28), realizada no auditório do Espaço Cultural, a PBGÁS propôs não repassar o reajuste da tarifa para o Gás Natural Veicular (GNV) com objetivo de garantir a competitividade do combustível no mercado que, com base no preço médio da ANP, está 27% mais competitivo que a gasolina e 25 % em relação ao etanol.

Na audiência, que contou com a participação da diretoria da PBGÁS, representantes da Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB), do Procon PB, e representantes dos segmentos residencial, industrial e automotivo, foram  apresentados os fundamentos da proposta de repasse do aumento no custo do gás de 1,81%, por parte da supridora Petrobras, às tarifas da companhia, a partir do mês de fevereiro.

O índice médio de reajuste do gás natural apresentado pela companhia foi de 1,63%, sendo de 1,47% para o segmento da indústria, 12,31% para o comercial, 13,11% para o residencial, 1,75% para geração distribuída, 1,68% para EBVA (Energéticos de baixo Valor Agregado) e 0% para o automotivo. As novas tarifas serão adotadas após a aprovação da ARPB e devem valer a partir de fevereiro.

De acordo com a diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano a audiência foi positiva por mostrar de forma transparente com os segmentos envolvidos a composição da tarifa do gás natural, o esforço da companhia para não repassar o reajuste para o GNV e manter os demais segmentos competitivos.

Tatiana Domiciano explicou também que os segmentos comercial e residencial só terão um único reajuste no ano de 2019, garantindo uma maior estabilidade nos preços aplicados para mais de 17 mil clientes nos segmentos.  “A PBGÁS cumpre o seu papel de apresentar à sociedade e  ao mercado as explicações para que a composição da tarifa seja melhor entendida”.

Após a audiência, a companhia enviará a proposta tarifária para a ARPB, a quem cabe homologar a proposta e  autorizar a aplicação da nova estrutura tarifária no Diário Oficial do Estado. A ata e a apresentação dos fundamentos da nova estrutura tarifária também estarão disponíveis no dia 29 de janeiro no site da PBGÁS.

Aviso de Audiência Pública Nº 001/2019

A COMPANHIA PARAIBANA DE GÁS – PBGÁS, em atendimento a Lei Estadual Nº 8.767 de 15/04/2009, comunica aos usuários e demais interessados, que realizará AUDIÊNCIA PÚBLICA, com o objetivo de discutir, dar conhecimento e fundamentar a proposta de reajuste das tarifas do serviço público de distribuição de gás canalizado no Estado da Paraíba.

Local: Auditório 01 do Espaço Cultural José Lins do Rego

Endereço: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa, PB

Data e horário: 28 de janeiro de 2019 às 10h

 

A DIRETORIA

PBGÁS apresenta plano de investimento de R$ 54 milhões em cinco anos

14 dez 2018   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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Os resultados da Companhia Paraibana de Gás (PBGÁS) e os investimentos de mais de R$ 54 milhões na infraestrutura da rede de distribuição de gás canalizado para os próximos cinco anos foram apresentados ao governador da Paraíba, Ricardo Coutinho e ao presidente da Mitsui Gás e Energia do Brasil, Hiroki Toko, durante audiência na manhã desta sexta-feira (14), na Granja Santana.

O gerente de mercado Industrial e Automotivo, Alairson Gonçalves, apresentou os projetos prioritários e dados como a expansão da rede de distribuição de gás canalizado nos últimos oito anos, que saiu de 252 km em 2010 para 321 km em 2018, um crescimento de 27%. Ele destacou o crescimento do número de clientes entre 2010 e 2018, saltou de 872 para 17.500, demonstrando que a companhia está cada vez mais próxima dos paraibanos.

De acordo com a diretora-presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, esse crescimento se deve também a política do governo do Estado para atração de novos investimentos imobiliários, comerciais e industriais e a expansão da rede de distribuição do gás natural em áreas estratégicas. Ela destacou como uma das prioridades a ampliação da rede para atender aos mercados urbanos e para o município de Cabedelo.

Outros resultados também foram apresentados como o crescimento de 20% da quantidade de ligações no mercado residencial e comercial em relação a 2017. Foram 3 mil ligações residenciais e comerciais, este ano, e 2.303 residências e comércios no ano passado.  Também cresceu em 20% o número de indústrias ligadas ao gás canalizado com mais oito indústrias que agregaram volume de gás consumido, principalmente no 2º semestre do ano. No segmento GNV foram instalados 630 novos kits dentro do programa de incentivo ao GNV que bonifica em até R$ 1 mil os motoristas que instalarem os kits de 5ª geração nas oficinas credenciadas.

“Teremos nos próximos anos uma expansão da rede de distribuição do gás canalizado em bairros como Brisamar, João Agripino, Torre e Bessa em João Pessoa e no centro de Campina Grande, levando a infraestrutura energética para novos empreendimentos residenciais e comerciais”, explicou Tatiana Domiciano.

O governador Ricardo Coutinho destacou a importância estratégica do gás natural canalizado e a atratividade para o cidadão ou o empresário ter a rede de gás passando em sua porta. Ricardo colocou como estratégico a ampliação da rede de distribuição de gás canalizado para o distrito de Alhandra e Caaporã e frisou que esse trabalho terá continuidade com a equipe do futuro governo de João Azevêdo.

O presidente da Mitsui Gás e Energia do Brasil. Hiroki Toko, destacou que o grupo está muito satisfeito com a parceria com o governo do Estado e com os resultados obtidos pela PBGÁS e de como vai fazer para aproveitar as oportunidades e aprofundar a sua missão de implementar a infraestrutura necessária para contribuir cada vez mais com o desenvolvimento da Paraíba.

Também participaram da audiência o executivo Takuya Kawabe,  diretor de Operações da Mitsui Gás; Ricardo Cavalcanti, Diretor Regional da Mitsui, Raimundo Bastos, do Conselho Administrativo da PBGÁS e também da Mitsui;  Giovane Rosa, Diretor Administrativo Financeiro da PBGÁS e Deusdete Queiroga, secretário de Recursos Hídricos, Infraestrutura e Meio Ambiente e do Conselheiro administrativo da PBGÁS.

 

 

 

Indústria adere ao gás canalizado e economiza quase 40% por mês

7 dez 2018   //   por Clóvis Augusto Guimarães Gaião de Queiroz   //   Notícias

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A indústria Tees, fabricante das sandálias Kenner, começou há pouco mais de um mês a operar com gás natural canalizado e comemora uma economia de quase 40% na conta do gás. Após a decisão de concentrar a produção e montagem na Paraíba, a fábrica, localizada em Campina Grande, optou por converter suas caldeiras e equipamentos do refeitório ao gás natural canalizado em busca de economia e um processo mais limpo do ponto de vista ambiental.

Recentemente, a diretora presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano e os diretores Paulo Campos e Giovane Rosa visitaram o novo cliente para acompanhar os primeiros resultados da mudança. Eles foram recebidos pelos gerentes industrial da TEES, Paulo Ventura e de manutenção, Paulo Henrique, que apresentaram a linha de produção e puderam atestar os bons resultados obtidos após a utilização do gás canalizado.

A presidente da PBGÁS, Tatiana Domiciano, avaliou como positiva a visita pela troca de experiência e a sinergia entre a PBGÁS e a empresa no sentido de ampliar a utilização do gás natural para otimizar os resultados. “O gás natural oferece vantagens como o fornecimento contínuo, sem a necessidade de reabastecimento, e sua utilização possibilita uma economia considerável. A companhia está à disposição das indústrias que estiverem interessadas em melhorar seus processos com a utilização de um energético mais limpo e eficiente”.

O gerente industrial da fábrica, Paulo Ventura avaliou que a decisão de aderir ao Gás natural foi acertada pela economia e a praticidade do fornecimento contínuo. Ele destacou que a fábrica recentemente aumentou em 30% a sua produção na unidade com a concentração da fabricação das palmilhas e solados em Campina Grande, o que gerou mais 400 empregos.. “Foi uma decisão acertada pela redução dos custos logísticos e os incentivos oferecidos pelo Governo da Paraíba. A nossa empresa tem 30 anos e tem  uma visão de acompanhar os avanços tecnológicos e energético, assim como fizemos com a adesão ao gás canalizado”.

O gerente de manutenção da Tess, Paulo Henrique Incerpi, já vê algumas vantagens na utilização do gás canalizado em relação ao GLP, como não precisar abastecer uma ou até duas vezes por semana e não haver risco de descontinuidade do serviço. “É uma preocupação a menos e que nos tem gerado uma economia considerável num momento estratégico para o sucesso do nosso negócio ”.

A Tees produz as sandálias Kenner, que surgiu em 1988, inspirada nas praias da Califórnia e lançada no Rio de Janeiro, ganhando ao longo dos 30 anos espaço no mercado nacional. Atualmente, a fabricação e montagem do produto estão concentradas em Campina Grande,  gerando 1450 empregos diretos no Estado da Paraíba.

 

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